No Rock in Rio 2019, o que deu certo e o que deu errado no 1º fim de semana de festival | Light FM

No Rock in Rio 2019, o que deu certo e o que deu errado no 1º fim de semana de festival

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No Rock in Rio 2019, o que deu certo e o que deu errado no 1º fim de semana de festival


Parcerias bem pensadas e rock nostálgico foram destaques positivos entre sexta (27) e domingo (29). Presença de Drake e problemas de estrutura não foram tão bem.

O primeiro fim de semana do Rock in Rio 2019 acabou neste domingo (29) com os últimos versos cantados por Bon Jovi na Cidade do Rock, na Zona Oeste do Rio. Entre acertos e erros, o resultado geral foi positivo, com boas apresentações de Foo Fighters e bandas brasileiras roubando a cena.

Veja abaixo o que deu certo e o que deu errado nesta primeira parte do festival:

Deu certo

Parcerias bem pensadas

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O palco Sunset foi o lugar para muitas parcerias entre artistas dos mais variados ao longo dos três dias. Poucas foram totalmente bem-sucedidas, mas aquelas que foram roubaram a cena. Apresentações como a de CPM 22+Raimundos ou de Iza & Alcione foram além da simples adição de um novo elemento a shows já montados, com artistas mostrando que realmente haviam ensaiado e aprendido uns com os outros.


Júnior Bass Groovador

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O baixista potiguar de forró foi o ponto alto do show do Tenacious D, duo liderado pelo comediante Jack Black. Convocado pelo ator após ser a estrela de um vídeo que viralizou, Júnior subiu ao palco Mundo para uma bela versão de “Smells like a teen spirit” com a dupla. Com isso, provando que o olhar atento de um artista pode ser até melhor que a curadoria de um festival.


Foo Fighters

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 É difícil errar ao chamar a banda liderada por Dave Grohl. O antigo baterista fez mais um show já testado e aprovado no Brasil, com direito a sucessos da carreira, muita simpatia, covers e referências até a grandes momentos da história do festival, como a apresentação lendária do Queen em 1985.


Rock nostálgico

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O Foo Fighters também foi um bom exemplo do clima de rock nostálgico deste sábado (28) Aliás, os americanos quase perderam o protagonismo para uma série de shows que mexeram com as memórias dos roqueiros brasileiros que cresceram nos anos 1990 e 2000, como Detonautas e Pavilhão 9, Charlie Brown Jr., Titãs e seus convidados e os já citados CPM 22+Raimundos.


Deu errado

Drake

Drake no Rock in Rio 2019 — Foto: Reprodução/Instagram/Drake

Drake no Rock in Rio 2019 — Foto: Reprodução/Instagram/Drake

Não é como se o show em si tenha sido ruim. A apresentação do rapper até agradou quem esteve no festival na sexta-feira (27). Infelizmente a relação do canadense com os brasileiros sai estremecida após uma chegada fria ao país, problemas de iluminação no palco e o cancelamento da transmissão do evento pouco tempo antes causaram mal-estar.


Goo Goo Dolls

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Apesar do material fresco de quem soltou um disco há menos de um mês, para o público que aguardava pelo show do Bon Jovi neste domingo o Goo Goo Dolls ainda é a banda de um só hit responsável por “Iris”. A trilha sonora de “Cidade dos anjos” (1998) foi deixada para o final da apresentação e empolgou, mas o show em si não animou a galera – ainda mais depois do carnaval promovido por Ivete Sangalo.


Brasileiros menos prestigiados

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O show de Ivete também foi um bom exemplo de como alguns brasileiros mereciam horários mais nobres na programação, pelo menos comparados com seus colegas de dia. A cantora merecia muito mais ficar depois do Goo Goo Dolls, assim como CPM 22+Raimundos poderia demais se apresentar após o Tenacious D – pelo menos de acordo com a reação dos públicos.


Filas e lixo

Muito lixo no chão após shows do palco Sunset — Foto: Jorge Soares/G1

Muito lixo no chão após shows do palco Sunset — Foto: Jorge Soares/G1

Pilhas de lixo podiam ser vistas em vários lugares da Cidade do Rock ao longo da noite, inclusive perto de lixeiras, como era o caso do Palco Sunset, após o último show, especialmente no primeiro dia. Já as filas aconteceram principalmente em lanchonetes e restaurantes, após os shows do Palco Mundo.

Fonte: G1

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